Para a postagem coletiva de hoje fiz uma pesquisa na Internet e selecionei alguns textos e vídeos que achei mais interessantes para publicar aqui. Espero que gostem. Beijocas!
Panorama da Obesidade
A obesidade é considerada uma das mais graves doenças que a humanidade terá que enfrentar no século XXI. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se de uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que causa muitos prejuízos à saúde.
A obesidade coincide com um aumento de peso, mas isso não significa que todos que têm sobrepeso são obesos. Muitos atletas, por exemplo, são considerados “pesados”, mas não devido à gordura corporal, e sim, pela sua massa muscular.
Como descobrir a obesidadeVárias maneiras de classificar e diagnosticar a obesidade são utilizadas pelos médicos. Uma das mais comuns é baseada na gravidade do excesso de peso, o que se faz através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC).
Quanto maior o IMC de uma pessoa, maior é a sua chance de morrer precocemente e de desenvolver doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes. É importante ressaltar, porém, que isso não significa que quanto mais magro melhor. Pessoas com IMC muito baixo também têm risco de desenvolver doenças, em especial nos pulmões.
A aferição do IMC, sozinha, não indica a gravidade do problema de peso em excesso. O tipo de distribuição da gordura pelo corpo também é importante. Existem diversos tipos de obesidade quanto à distribuição de gordura.
Os mais característicos são o que dá ao corpo o formato de uma maçã (mais comum em homens) e o que torna o corpo parecido com uma pêra (fino em cima e largo nos quadris e nas coxas, mais comum em mulheres).
A obesidade em forma de maçã está associada ao diabetes e a enfermidades cardiovasculares. A obesidade em forma de pêra está associada a celulite e a varizes, além de problemas de pele e ortopédicos.
A obesidade no mundo
Dados estatísticos de 2005, da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que cerca de 1,6 bilhão de pessoas no mundo (com idade superior a 15 anos) estão com sobrepeso e, pelo menos, 400 milhões de adultos são obesos. E as projeções não são nada otimistas. A OMS avalia que em 2015 aproximadamente 2,3 bilhões de adultos estarão com sobrepeso e mais de 700 milhões, obesos.
O interessante é que o número de obesos é crescente em todos os países do mundo. Há alguns anos, a obesidade era considerada uma doença mais comum em países mais desenvolvidos. Porém, já está comprovado que a obesidade alcançou níveis alarmantes em muitas nações em desenvolvimento ou subdesenvolvidas, principalmente nas áreas urbanas. A OMS, hoje, considera a obesidade um problema de saúde pública tão grave quanto a desnutrição.
A obesidade no Brasil
No Brasil, estima-se que cerca de 32% da população adulta apresente algum grau de excesso de peso, sendo 25% casos mais graves. A obesidade é um problema sério em todas as regiões do país, mas a situação é ainda mais crítica no Sul.
O número de obesos é maior nas áreas urbanas e também está relacionado ao poder aquisitivo familiar. Quanto maior a renda, maior a prevalência da doença. Contudo, a obesidade em classes menos favorecidas também é cada vez mais comum.
A presença do excesso de peso na população menos favorecida pode ser explicada pela falta de orientação alimentar adequada, atividade física reduzida e pelo consumo de alimentos muito calóricos, como cereais, óleo e açúcar. Tais alimentos são mais baratos e fazem parte de hábitos alimentares tradicionalmente incorporados.
O problema da obesidade cresce menos entre a população mais privilegiada porque ela tem maior acesso a informações sobre os prejuízos que a doença acarreta, a melhora dos hábitos alimentares e a prática de atividade física regular.
Obesidade na infância e na adolescência
Em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 20 milhões de crianças com idade próxima aos 5 anos são obesas. No Brasil, estima-se que 20% das crianças estejam acima do seu peso ideal, chegando à obesidade. Os organismos internacionais acreditam que estamos frente a uma epidemia de obesidade infantil, pois a incidência da doença duplicou nas últimas décadas.
A obesidade infantil pode trazer conseqüências negativas para a saúde da criança e do adolescente, incluindo dislipidemia (nível elevado de lipídios no sangue), inflamações crônicas, aumento da tendência à coagulação sangüínea, disfunção endotelial (alteração no revestimento interno do vaso sangüíneo), resistência à insulina, diabetes tipo 2, hipertensão, complicações ortopédicas, alguns tipos de câncer, apnéia do sono (suspensão da respiração durante o sono) e esteato-hepatite não-alcoólica (infiltração gordurosa do fígado decorrente de outra causa que não alcoolismo). Um quadro psicológico conturbado, com diminuição da auto-estima, depressão e distúrbio da auto-imagem, também está associado à obesidade infantil.
A obesidade na família
A obesidade parece ser condição familiar. Crianças com idade entre 3 e 10 anos com pais obesos têm o dobro de chances de tornar-se adultos obesos quando comparadas com crianças obesas cujos pais não são obesos. Crianças de 1 a 2 anos com um dos pais obeso têm o risco de obesidade aumentado em 28% .
O status de obesidade infantil após os 6 anos correlaciona-se com obesidade na idade adulta. Entretanto, a criança obesa antes dos 3 anos de idade não está mais predisposta à obesidade na fase adulta.
O ambiente familiar influencia o desenvolvimento da obesidade na criança. A ingestão de fast-food, alimentos mais densos, ricos em gorduras ou açúcar e refrigerantes e aumento da porção das refeições são hábitos da família que podem levar à obesidade infantil.
Pesquisas demonstram também que a inatividade da família prediz a inatividade da criança. A atividade física dos pais influencia a freqüência de exercício dos filhos.
Fonte: http://www.emagrecerbem.com.br/
As várias causas da Obesidade
* Direitos Autorais deste texto: ©Dra Olga Inês Tessari
*o texto está registrado de acordo com a Lei de Direitos Autorais
Quem é que nunca tentou uma dieta para emagrecer, conseguiu e depois de um tempo percebeu que o peso voltou a ser o mesmo ou até superior ao que era antes de emagrecer?
Quais são os fatores que levam a pessoa a voltar a engordar?
Por que há gordos e magros?
Quais são as causas da obesidade?
2% da população de obesos tem problemas glandulares, 8% possuem distúrbios do pâncreas, 30% tem hábitos alimentares errados e cerca de 60% são obesos devido a conflitos emocionais.
Os primeiros 10% da população de obesos deve ser tratada por um médico endocrinologista já que, devido aos distúrbios orgânicos, a pessoa sempre voltará a engordar enquanto não corrigir o problema.
Vamos falar dos 90% restantes, começando pelos 30% que são gordos por hábitos alimentares errados.
O hábito é a segunda natureza do homem! Infelizmente, ninguém nos ensina a comer!
Aprendemos a comer por tentativa e erro: esta comida é gostosa, aquela é horrível e assim por diante. Seguimos os hábitos alimentares de nossos pais (nem sempre corretos).
Além disso, por desconhecermos as necessidades do nosso corpo (em termos de nutrientes), comemos de forma desequilibrada e irregular, gerando uma ansiedade do próprio corpo em querer que você forneça a ele os nutrientes adequados, provocando aquela "gula" insaciável: você come sem parar e nunca se sente saciado uma vez que , com certeza, não forneceu o alimento certo para o seu organismo (e o corpo "ordena" que você continue comendo na expectativa de que você vá fornecer o que ele está necessitando!).
Exemplo: seu corpo está carente de vitaminas e sais minerais e provoca a "gula": ao invés de você comer frutas ou uma salada, ingere bolachas, salgadinhos ou doces( alimentos ricos em carbohidratos ) e a "gula" persiste porque você não ingeriu os nutrientes exigidos.
Você é de origem italiana ou judia?
Se for, sabe muito bem que as "mamas" só ficam felizes se comermos muito! E que nestas famílias come-se o tempo todo e que tudo é motivo para se comer! E o
cardápio é constituído por alimentos altamente calóricos e engordativos!
Na nossa sociedade, comemora-se tudo com comida! Encontros, casamentos, aniversários, visitas, cinema, passeios, em todas as situações o alimento está presente de forma marcante! Quem nunca ouviu alguém dizer: "hoje eu vou a uma festa, vou fazer jejum o dia todo para comer na festa tudo o que eu tenho direito e até um pouco mais?" Ou ainda: "eu vou ao Shopping só para comer naquele fast food!"
Temos hábitos alimentares da época em que vivíamos do trabalho no campo, onde era necessária a ingestão de grande quantidade de alimentos altamente calóricos para que pudéssemos ter energia suficiente para podermos plantar, colher, etc... Hoje em dia, vivemos em cidades onde nosso gasto energético é ínfimo, mas a alimentação continua a mesma... Conseqüência: engordar!
Os conflitos emocionais: 60% dos obesos!
Um exemplo de como o alimento possui um forte componente emocional começa na infância: imagine um bebê no berço que chora porque está incomodado com uma luz forte que o impede de abrir os olhos. A mãe vem correndo com uma mamadeira enorme dizendo que o bebê está chorando porque está com fome (para a mãe qualquer choro do bebê é sinal de fome!). O bebê suga toda a mamadeira, fica prostrado e com uma sensação física muito agradável pela ingestão exagerada de alimento e passa a associar que quando está incomodado com algo é só comer que o problema desaparece! E continua neste comportamento pela vida afora, toda vez que se sentir incomodado com algo...
Outro exemplo: quem é que nunca ouviu da mãe que se comesse tudo seria uma criança boazinha ou que o irmão dela é mais querido pela mãe porque sempre come tudo (com fome ou sem fome)?
Passamos a associar amor e afeto com comida: "se eu comer tudo, a mamãe vai gostar mais de mim"...
Mais um exemplo: uma pessoa que morre de medo de viajar de avião: ingere muitas bebidas alcoólicas ou calmantes, fica bêbado ou sedado e, aparentemente, supera o seu medo (é como se seu conflito houvesse desaparecido!).
Sempre que há algum conflito emocional (ansiedade, tensão, agitação, solidão, tédio, carências, perdas - de namorado, marido, de emprego, etc..., planos que não dão certo, excesso de obrigações, falta de lazer, privações ou outros conflitos), é natural que se busque uma forma de acabar com este conflito - ninguém gosta de ficar sofrendo! Só que a forma que procuramos para acabar com ele nem sempre é satisfatória.
Alguns exemplos: beber, ingerir calmantes, drogar-se, criar manias, brigar, isolar-se, comer! O problema não desaparece, apenas fica em segundo plano, fora da consciência por um certo tempo, retornando com toda força depois, levando a pessoa a buscar novamente o alívio temporário!
Esse círculo vicioso não tem fim porque o conflito não é resolvido, apenas sufocado!
Outro fator que leva à ingestão exagerada de alimentos é a falta de prazeres e de coisas boas acontecendo na vida!
Observe que o gordo é uma pessoa aparentemente feliz, sem problemas, que está sempre rindo e brincando! Na realidade, ele está abarrotado de serotonina, uma substância secretada no organismo pela ingestão maciça de alimentos e que é responsável pela sensação de prazer, alegria e bem estar!
E o gordo fica cada vez mais gordo justamente porque acaba trocando muitos prazeres da vida pelo prazer de comer: porque chama muito a atenção, não vai à praia, clube ou caminha pela rua; não consegue namorar porque ninguém deseja um gordo (é assim que ele pensa e que a mídia enfatiza);priva-se de sair também porque seu excesso de peso é um fardo para carregar, não tem roupas agradáveis e na moda para usar ou os lugares não acomodam bem os gordos (as cadeiras são pequenas e frágeis demais para eles, por exemplo).
E cada prazer que é eliminado de sua vida é substituído por comida: a conseqüência é comer cada vez mais uma quantidade maior de alimentos e engordar cada vez mais!!!
Como se pode verificar, existe uma gama enorme de fatores que provocam a obesidade. Quando se come para abafar um conflito, este não é resolvido e outro conflito aparece: o aumento de peso! E a ansiedade leva à uma ingestão maior de alimentos, provocando um aumento de peso cada vez maior!
Para emagrecer é preciso que se investigue a fundo esse fatores!
E, principalmente, aprender a lidar com os conflitos da forma adequada!
Fonte: http://www.olgatessari.com/
Obesidade é a segunda maior causa de câncer
A obesidade vem em segundo lugar entre as prováveis causas do aparecimento de câncer, depois do cigarro
A maioria das pessoas credita à obesidade os problemas cardíacos, vasculares e diabetes, que realmente são doenças ligadas diretamente ao excesso de peso. Mas poucos sabem que os quilos a mais na população preocupam de maneira significativa os oncologistas em todo o mundo. A obesidade vem em segundo lugar entre as prováveis causas do aparecimento de câncer, depois do cigarro.
E o alerta de Medina está baseado na experiência de quem convive com pacientes oncológicos no dia a dia e, principalmente, em dados levantados por estudos científicos. Uma pesquisa feita pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC) mostra que 30% dos casos de câncer nos países ocidentais são provocados pela combinação da alimentação inadequada com o sedentarismo, que também traz como consequência o sobrepeso.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre um terço e um quarto dos casos de câncer em todo o mundo podem estar relacionados ao excesso de peso e à falta de atividade física. Segundo o relatório, os riscos de câncer de mama após a menopausa, câncer de cólon, próstata, esôfago, endométrio e rins aumentam entre não fumantes acima do peso e entre adultos obesos.
A pesquisa revela que a obesidade aumentou nos brasileiros: 13% dos adultos são obesos, sendo maior o índice nas mulheres (13,6%) do que entre os homens (12,4%). Ainda segundo a pesquisa, o índice de brasileiros com excesso de peso se manteve estável nos últimos três anos. Entre os adultos das 26 capitais e do Distrito Federal, 43,3% estão acima do peso. Neste caso, a frequência entre os homens é maior: 47,3% contra 39,5% das mulheres.
Fonte: http://www.opovo.com.br/
Panorama da Obesidade
A obesidade é considerada uma das mais graves doenças que a humanidade terá que enfrentar no século XXI. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se de uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de gordura corporal, que causa muitos prejuízos à saúde.
A obesidade coincide com um aumento de peso, mas isso não significa que todos que têm sobrepeso são obesos. Muitos atletas, por exemplo, são considerados “pesados”, mas não devido à gordura corporal, e sim, pela sua massa muscular.
Como descobrir a obesidadeVárias maneiras de classificar e diagnosticar a obesidade são utilizadas pelos médicos. Uma das mais comuns é baseada na gravidade do excesso de peso, o que se faz através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC).
Quanto maior o IMC de uma pessoa, maior é a sua chance de morrer precocemente e de desenvolver doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e diabetes. É importante ressaltar, porém, que isso não significa que quanto mais magro melhor. Pessoas com IMC muito baixo também têm risco de desenvolver doenças, em especial nos pulmões.
A aferição do IMC, sozinha, não indica a gravidade do problema de peso em excesso. O tipo de distribuição da gordura pelo corpo também é importante. Existem diversos tipos de obesidade quanto à distribuição de gordura.
Os mais característicos são o que dá ao corpo o formato de uma maçã (mais comum em homens) e o que torna o corpo parecido com uma pêra (fino em cima e largo nos quadris e nas coxas, mais comum em mulheres).
A obesidade em forma de maçã está associada ao diabetes e a enfermidades cardiovasculares. A obesidade em forma de pêra está associada a celulite e a varizes, além de problemas de pele e ortopédicos.
A obesidade no mundo
Dados estatísticos de 2005, da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que cerca de 1,6 bilhão de pessoas no mundo (com idade superior a 15 anos) estão com sobrepeso e, pelo menos, 400 milhões de adultos são obesos. E as projeções não são nada otimistas. A OMS avalia que em 2015 aproximadamente 2,3 bilhões de adultos estarão com sobrepeso e mais de 700 milhões, obesos.
O interessante é que o número de obesos é crescente em todos os países do mundo. Há alguns anos, a obesidade era considerada uma doença mais comum em países mais desenvolvidos. Porém, já está comprovado que a obesidade alcançou níveis alarmantes em muitas nações em desenvolvimento ou subdesenvolvidas, principalmente nas áreas urbanas. A OMS, hoje, considera a obesidade um problema de saúde pública tão grave quanto a desnutrição.
A obesidade no Brasil
No Brasil, estima-se que cerca de 32% da população adulta apresente algum grau de excesso de peso, sendo 25% casos mais graves. A obesidade é um problema sério em todas as regiões do país, mas a situação é ainda mais crítica no Sul.
O número de obesos é maior nas áreas urbanas e também está relacionado ao poder aquisitivo familiar. Quanto maior a renda, maior a prevalência da doença. Contudo, a obesidade em classes menos favorecidas também é cada vez mais comum.
A presença do excesso de peso na população menos favorecida pode ser explicada pela falta de orientação alimentar adequada, atividade física reduzida e pelo consumo de alimentos muito calóricos, como cereais, óleo e açúcar. Tais alimentos são mais baratos e fazem parte de hábitos alimentares tradicionalmente incorporados.
O problema da obesidade cresce menos entre a população mais privilegiada porque ela tem maior acesso a informações sobre os prejuízos que a doença acarreta, a melhora dos hábitos alimentares e a prática de atividade física regular.
Obesidade na infância e na adolescência
Em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 20 milhões de crianças com idade próxima aos 5 anos são obesas. No Brasil, estima-se que 20% das crianças estejam acima do seu peso ideal, chegando à obesidade. Os organismos internacionais acreditam que estamos frente a uma epidemia de obesidade infantil, pois a incidência da doença duplicou nas últimas décadas.
A obesidade infantil pode trazer conseqüências negativas para a saúde da criança e do adolescente, incluindo dislipidemia (nível elevado de lipídios no sangue), inflamações crônicas, aumento da tendência à coagulação sangüínea, disfunção endotelial (alteração no revestimento interno do vaso sangüíneo), resistência à insulina, diabetes tipo 2, hipertensão, complicações ortopédicas, alguns tipos de câncer, apnéia do sono (suspensão da respiração durante o sono) e esteato-hepatite não-alcoólica (infiltração gordurosa do fígado decorrente de outra causa que não alcoolismo). Um quadro psicológico conturbado, com diminuição da auto-estima, depressão e distúrbio da auto-imagem, também está associado à obesidade infantil.
A obesidade na família
A obesidade parece ser condição familiar. Crianças com idade entre 3 e 10 anos com pais obesos têm o dobro de chances de tornar-se adultos obesos quando comparadas com crianças obesas cujos pais não são obesos. Crianças de 1 a 2 anos com um dos pais obeso têm o risco de obesidade aumentado em 28% .
O status de obesidade infantil após os 6 anos correlaciona-se com obesidade na idade adulta. Entretanto, a criança obesa antes dos 3 anos de idade não está mais predisposta à obesidade na fase adulta.
O ambiente familiar influencia o desenvolvimento da obesidade na criança. A ingestão de fast-food, alimentos mais densos, ricos em gorduras ou açúcar e refrigerantes e aumento da porção das refeições são hábitos da família que podem levar à obesidade infantil.
Pesquisas demonstram também que a inatividade da família prediz a inatividade da criança. A atividade física dos pais influencia a freqüência de exercício dos filhos.
Fonte: http://www.emagrecerbem.com.br/
As várias causas da Obesidade
* Direitos Autorais deste texto: ©Dra Olga Inês Tessari
*o texto está registrado de acordo com a Lei de Direitos Autorais
Quem é que nunca tentou uma dieta para emagrecer, conseguiu e depois de um tempo percebeu que o peso voltou a ser o mesmo ou até superior ao que era antes de emagrecer?
Quais são os fatores que levam a pessoa a voltar a engordar?
Por que há gordos e magros?
Quais são as causas da obesidade?
2% da população de obesos tem problemas glandulares, 8% possuem distúrbios do pâncreas, 30% tem hábitos alimentares errados e cerca de 60% são obesos devido a conflitos emocionais.
Os primeiros 10% da população de obesos deve ser tratada por um médico endocrinologista já que, devido aos distúrbios orgânicos, a pessoa sempre voltará a engordar enquanto não corrigir o problema.
Vamos falar dos 90% restantes, começando pelos 30% que são gordos por hábitos alimentares errados.
O hábito é a segunda natureza do homem! Infelizmente, ninguém nos ensina a comer!
Aprendemos a comer por tentativa e erro: esta comida é gostosa, aquela é horrível e assim por diante. Seguimos os hábitos alimentares de nossos pais (nem sempre corretos).
Além disso, por desconhecermos as necessidades do nosso corpo (em termos de nutrientes), comemos de forma desequilibrada e irregular, gerando uma ansiedade do próprio corpo em querer que você forneça a ele os nutrientes adequados, provocando aquela "gula" insaciável: você come sem parar e nunca se sente saciado uma vez que , com certeza, não forneceu o alimento certo para o seu organismo (e o corpo "ordena" que você continue comendo na expectativa de que você vá fornecer o que ele está necessitando!).
Exemplo: seu corpo está carente de vitaminas e sais minerais e provoca a "gula": ao invés de você comer frutas ou uma salada, ingere bolachas, salgadinhos ou doces( alimentos ricos em carbohidratos ) e a "gula" persiste porque você não ingeriu os nutrientes exigidos.
Você é de origem italiana ou judia?
Se for, sabe muito bem que as "mamas" só ficam felizes se comermos muito! E que nestas famílias come-se o tempo todo e que tudo é motivo para se comer! E o
cardápio é constituído por alimentos altamente calóricos e engordativos!
Na nossa sociedade, comemora-se tudo com comida! Encontros, casamentos, aniversários, visitas, cinema, passeios, em todas as situações o alimento está presente de forma marcante! Quem nunca ouviu alguém dizer: "hoje eu vou a uma festa, vou fazer jejum o dia todo para comer na festa tudo o que eu tenho direito e até um pouco mais?" Ou ainda: "eu vou ao Shopping só para comer naquele fast food!"
Temos hábitos alimentares da época em que vivíamos do trabalho no campo, onde era necessária a ingestão de grande quantidade de alimentos altamente calóricos para que pudéssemos ter energia suficiente para podermos plantar, colher, etc... Hoje em dia, vivemos em cidades onde nosso gasto energético é ínfimo, mas a alimentação continua a mesma... Conseqüência: engordar!
Os conflitos emocionais: 60% dos obesos!
Um exemplo de como o alimento possui um forte componente emocional começa na infância: imagine um bebê no berço que chora porque está incomodado com uma luz forte que o impede de abrir os olhos. A mãe vem correndo com uma mamadeira enorme dizendo que o bebê está chorando porque está com fome (para a mãe qualquer choro do bebê é sinal de fome!). O bebê suga toda a mamadeira, fica prostrado e com uma sensação física muito agradável pela ingestão exagerada de alimento e passa a associar que quando está incomodado com algo é só comer que o problema desaparece! E continua neste comportamento pela vida afora, toda vez que se sentir incomodado com algo...
Outro exemplo: quem é que nunca ouviu da mãe que se comesse tudo seria uma criança boazinha ou que o irmão dela é mais querido pela mãe porque sempre come tudo (com fome ou sem fome)?
Passamos a associar amor e afeto com comida: "se eu comer tudo, a mamãe vai gostar mais de mim"...
Mais um exemplo: uma pessoa que morre de medo de viajar de avião: ingere muitas bebidas alcoólicas ou calmantes, fica bêbado ou sedado e, aparentemente, supera o seu medo (é como se seu conflito houvesse desaparecido!).
Sempre que há algum conflito emocional (ansiedade, tensão, agitação, solidão, tédio, carências, perdas - de namorado, marido, de emprego, etc..., planos que não dão certo, excesso de obrigações, falta de lazer, privações ou outros conflitos), é natural que se busque uma forma de acabar com este conflito - ninguém gosta de ficar sofrendo! Só que a forma que procuramos para acabar com ele nem sempre é satisfatória.
Alguns exemplos: beber, ingerir calmantes, drogar-se, criar manias, brigar, isolar-se, comer! O problema não desaparece, apenas fica em segundo plano, fora da consciência por um certo tempo, retornando com toda força depois, levando a pessoa a buscar novamente o alívio temporário!
Esse círculo vicioso não tem fim porque o conflito não é resolvido, apenas sufocado!
Outro fator que leva à ingestão exagerada de alimentos é a falta de prazeres e de coisas boas acontecendo na vida!
Observe que o gordo é uma pessoa aparentemente feliz, sem problemas, que está sempre rindo e brincando! Na realidade, ele está abarrotado de serotonina, uma substância secretada no organismo pela ingestão maciça de alimentos e que é responsável pela sensação de prazer, alegria e bem estar!
E o gordo fica cada vez mais gordo justamente porque acaba trocando muitos prazeres da vida pelo prazer de comer: porque chama muito a atenção, não vai à praia, clube ou caminha pela rua; não consegue namorar porque ninguém deseja um gordo (é assim que ele pensa e que a mídia enfatiza);priva-se de sair também porque seu excesso de peso é um fardo para carregar, não tem roupas agradáveis e na moda para usar ou os lugares não acomodam bem os gordos (as cadeiras são pequenas e frágeis demais para eles, por exemplo).
E cada prazer que é eliminado de sua vida é substituído por comida: a conseqüência é comer cada vez mais uma quantidade maior de alimentos e engordar cada vez mais!!!
Como se pode verificar, existe uma gama enorme de fatores que provocam a obesidade. Quando se come para abafar um conflito, este não é resolvido e outro conflito aparece: o aumento de peso! E a ansiedade leva à uma ingestão maior de alimentos, provocando um aumento de peso cada vez maior!
Para emagrecer é preciso que se investigue a fundo esse fatores!
E, principalmente, aprender a lidar com os conflitos da forma adequada!
Fonte: http://www.olgatessari.com/
Obesidade é a segunda maior causa de câncer
A obesidade vem em segundo lugar entre as prováveis causas do aparecimento de câncer, depois do cigarro
A maioria das pessoas credita à obesidade os problemas cardíacos, vasculares e diabetes, que realmente são doenças ligadas diretamente ao excesso de peso. Mas poucos sabem que os quilos a mais na população preocupam de maneira significativa os oncologistas em todo o mundo. A obesidade vem em segundo lugar entre as prováveis causas do aparecimento de câncer, depois do cigarro.
E o alerta de Medina está baseado na experiência de quem convive com pacientes oncológicos no dia a dia e, principalmente, em dados levantados por estudos científicos. Uma pesquisa feita pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC) mostra que 30% dos casos de câncer nos países ocidentais são provocados pela combinação da alimentação inadequada com o sedentarismo, que também traz como consequência o sobrepeso.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, entre um terço e um quarto dos casos de câncer em todo o mundo podem estar relacionados ao excesso de peso e à falta de atividade física. Segundo o relatório, os riscos de câncer de mama após a menopausa, câncer de cólon, próstata, esôfago, endométrio e rins aumentam entre não fumantes acima do peso e entre adultos obesos.
A pesquisa revela que a obesidade aumentou nos brasileiros: 13% dos adultos são obesos, sendo maior o índice nas mulheres (13,6%) do que entre os homens (12,4%). Ainda segundo a pesquisa, o índice de brasileiros com excesso de peso se manteve estável nos últimos três anos. Entre os adultos das 26 capitais e do Distrito Federal, 43,3% estão acima do peso. Neste caso, a frequência entre os homens é maior: 47,3% contra 39,5% das mulheres.
Fonte: http://www.opovo.com.br/






Nossa companheira, fiquei até com vergonha do meu post homenageando o dia, o seu tá TUDO! Vc é ótima :] beijos
ResponderExcluirOi, amore!!!Ótimo teu post, o meu ficou singelo perto do teu, mas o que vale é incorporar a mensagem de que EMAGRECER não é senão necessário para a manutenção da boa saúde, né?
ResponderExcluirBeijocas!!! Bom feriado!!!
Muito legal esse post Renata.
ResponderExcluirVai no meu blog que tem um selinho para vc.
bjs
Oi tita mto bom seu post, vim aki hj desejar um feliz dia da ciranças pra criança q existe em vc rsrssr tudo de bom e esse video é emocionante! bjus gatinha!
ResponderExcluirOi,minha linda!Td bem?Pois é flor a obesidade será um dos grandes problemas de saúde pública neste século é muito fast food, muito sedentarismo e dai a soma disso é obesidade, bom nós estamso lutando contra esse mla fazendo a nossa parte e sei que somos vencedoras.
ResponderExcluirCuide-se!
Um feliz dia das crianças!!
Beijosss
Ah... agora vi porque você demorou para postar! Um super post, muito esclarecedor! A descendência aqui em cas é portuguesa, mas minha avó materna e minha mãe só querem ver a gente bem gordinho... Curtiu o feriado? Tomara que sim! São Pedro ajudou, né? Foi um dia lindo!!!Bjks Tetê
ResponderExcluirvi esse depoimento, pensei em por no blog e esqueci hehehe
ResponderExcluirbeijos
oi querida muito interessante suas matéria bjão tenha uma ótima semana bjão *_*
ResponderExcluirSuper completo seu post!
ResponderExcluirAmei as informações!
Beijinhos
Fabíola
que post super informativo!
ResponderExcluirboa semana!
bjs, Cris
OIII como foi de feriado???meu pai é obeso...e sei que eu tb sou...agora estou magra e vou lutar p ficar assim a vida toda...mas sei que meu corpo meu metabolismo e genetica lutam pra que eu fique obesa de novo!!!!bjao boa semana
ResponderExcluiroi querida ba gostei do teu post, bem informativo, penso muito nos meus filhos tenho medo deles no futuro lutarem contra a balança assim como pai e a mãe deles, por isso nao fico socando muita comida neles, e insentivo a gostar de frutas e legumes e verduras....adorei o post...bjs!!!
ResponderExcluir